Os três primeiros meses do ano já resultaram na piora da economia brasileira, trazendo aspectos negativos em meio ao cenário de incertezas em relação ao prazo de quando serão realizadas mudanças importantes no país, em especial a Reforma da Previdência.

Em afirmação nesta quarta-feira (22), ap´ós palestra no Sindicado de Habitação (Secovi- SP), o presidente do Bradesco, Octavio de Lazari disse que o segundo trimestre está ainda pior e é de se esperar que com a aprovação da reforma da previdência seja possível correr atrás do tempo perdido no segundo semestre, isso traz grande desconforto para o mercado e está tendo grande influência sobre o PIB.

No começo de 2019 as projeções financeiras para o PIB apontavam um crescimento na ordem de 2,5%, mas segundo Lazari o mesmo deve dicar em torno de 1,1% a 1,2% sem passar deste limite. O executivo ainda colocou em pauta que se houver a reforma na previdência este ano, os efeitos só poderão ser sentidos a partir de 2020, e dessa forma será uma forma favorável do país se sobressair perante ao exterior com o que há a oferecer. Abordou também que sendo assim, isso dará novo ânimo para os agentes econômicos podendo trazer novos investimentos para o país, deixando em baixa o nível de desemprego.

Meios de crédito

Segundo Lazari, o fraco desempenho na economia afetou diretamente as linhas de crédito dos bancos.  O principal impacto foi na área e financiamentos concedidos pelas empresas, que se encontram menores em comparação com o primeiro trimestre. No caso dos empréstimos de pessoas físicas, as concessões ainda se encontram estáveis em relação ao começo do ano de acordo com dados consolidados no mês de abril.

Lazari nega, inclusive, que o banco tenha sentido o efeito negativo sobre o nível de inadimplência, que também permanece estável.

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Estudante de Comunicação Social - RTVi, apaixonada pelo mundo do entretenimento, audiovisual e literatura. Acredito que para alcançar a estabilidade que precisamos, a educação financeira é o primeiro passo.

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