As gerações cuidam de formas bem diferentes das próprias finanças. Enquanto algumas delas prezam pelo planejamento financeiro, outras guardam dinheiro apenas para compras.

Mas claro, tanto a Geração Z, quanto os Millenials e Baby Boomers têm “lições” a ensinar. São ações e dicas que podem ajudar você a cuidar do seu orçamento no dia a dia.

Neste conteúdo, contamos quais são essas dicas, e quais as perspectivas para o futuro. Acompanhe!

Como são definidas as gerações?

As gerações presentes hoje na sociedade são, basicamente, cinco. Há primeiro os baby-boomers, que foram pessoas nascidas após a Segunda Guerra Mundial. É a primeira geração após o conflito que marcou o mundo.

Outra é a Geração X, que engloba quem nasceu entre as décadas de 1960 até o meio dos anos 1980.

Depois, veio a Geração Y, dos nascidos do fim da década de 1980 até o meio da década de 1990. A partir daí, nasceram os indivíduos da Geração Z, e de 2010 para cá, a Geração Alpha.

Finanças geracionais

Cada geração de pessoas nasceu em épocas bem diferentes. Por isso, suas experiências na Economia e suas visões de mundo são bastante variadas.

São coisas que influenciam como cada um lida com as finanças pessoais. Contamos sobre isso abaixo!

Geração Z

A Geração Z é conservadora com seu dinheiro e, antes de fazer qualquer aplicação, estudam bem os investimentos.

Isso é algo que pode ser bom, pois permite maior controle financeiro. Porém, também pode prejudicar essa geração, fazendo-os perder boas oportunidades pela necessidade de analisar tudo com maior cuidado.

Millenials (ou geração Y)

A Geração Y, que também é conhecida como Millenials, é um grupo que poupa. Eles ainda não chegaram aos 40 anos de idade, e se preocupam em separar pelo menos parte do salário para guardar.

Essa é uma geração aberta a novas tecnologias e tem interesse grande nas fintechs. Principalmente para facilitar a vida financeira, optando por bancos digitais com cartões de crédito sem anuidade, por exemplo. Porém, são também usuários que não costumam se informar muito sobre investimentos.

Baby boomers

Os baby boomers são uma geração que procura por estabilidade. São aquelas pessoas que passam anos em uma mesma empresa, mesmo que ganhando menos do que poderiam. o importante para eles é ter uma renda fixa e segura.

Sua maior preocupação costuma ser poupar, mas pensando na aposentadoria. Diferente dos Millenials, que poupam mais para comprar.

O que podemos aprender com o comportamento financeiro de cada geração

Cada geração tem seu próprio perfil ao cuidar das finanças, mas cada uma delas pode ensinar algo diferente. Unir as práticas e conhecimentos de cada um pode ser uma oportunidade de cuidar bem das próprias finanças.

A Geração Z, por exemplo, é curiosa por informações financeiras e geralmente investe seu dinheiro, para ter rendimento. Os investimentos são mesmo uma boa opção, desde que você saiba o que está fazendo. 

Então, pesquise bem antes de escolher um tipo de aplicação, converse com o gerente do seu banco, assista a vídeos etc. Quanto mais dados você tiver, mais segurança terá em sua decisão para multiplicar seu dinheiro.

Já os Millenials trazem como uma boa dica a poupança de valores. Mesmo que seja uma pequena quantia mensal, é importante guardar dinheiro.

Primeiro porque os valores acumulados podem permitir realizar sonhos, uma grande compra. Um imóvel, por exemplo.

Ao mesmo tempo, a poupança funciona para momentos de emergência. Pode acontecer um imprevisto, uma despesa médica, danos ao seu carro ou outros. Ter dinheiro guardado evita que você precise pegar um empréstimo e pagar altos juros.

Por fim, os Baby Boomers podem servir como inspiração para a estabilidade. Não significa que você precisa ficar na mesma empresa por anos, ou não fazer qualquer mudança na sua vida.

Na verdade, o importante aqui é se planejar. Se você quer mudar de emprego, por exemplo, planeje sua vida financeira e cuide de guardar certa quantia. Assim, mesmo com a mudança, você terá estabilidade, conseguirá se manter enquanto sua nova realidade se ajeita.

Sem contar que é importante poupar para o futuro, como para a aposentadoria. Os Baby Boomers são experts nisso, e você pode aproveitar a dica para cuidar dos seus anos que estão por vir.

Perspectivas para o mercado 

Com a retomada da Economia e o crescimento de empregos, que devem acontecer em breve, espera-se uma maior aplicabilidade do dinheiro no mercado.

Ou seja, as pessoas vão passar a receber mais, e também a investir valores. Afinal, essa é conhecidamente uma maneira de multiplicar o dinheiro sem fazer muito.

Outra coisa importante é a poupança de valores. A grande maioria dos brasileiros não consegue poupar dinheiro, mas isso deve mudar frente a situações em que ter dinheiro guardado é essencial.

Considerações finais

Cuidar das finanças é essencial, independentemente da geração a qual você pertence. É preciso ter atenção ao orçamento e, por exemplo, evitar gastar mais do que você ganha.

Outro aspecto importante é se planejar para guardar dinheiro, mesmo que isso às vezes seja difícil. É comum, por exemplo, ter altas despesas e um salário que quase não dá conta dos gastos.

Mas poupar dinheiro não significa que você precisa guardar altos montantes todo mês. Pode ser um valor pequeno, de R$ 100,00 mensais, por exemplo. Em doze meses, serão R$ 1.200,00 poupados, que poderão servir como uma reserva de emergência em imprevistos.

Ter dinheiro guardado pode evitar que você precise pegar valores emprestado quando algo ocorrer. Claro que alguns empréstimos podem ser atrativos, com garantia de veículo, que tem juros mais baixos.

Porém, em geral, os empréstimos têm altos juros. Sem contar que se tornam uma nova despesa, o que pode de novo prejudicar as finanças.

Então, se planejar e cuidar para poupar determinado valor todo mês pode ser bem vantajoso. Uma dica é estabelecer uma meta e cumpri-la invariavelmente. 

Ou seja, todo mês, você precisará guardar no mínimo um montante específico. Se em algum momento o valor for maior, ótimo. Mas você deverá cumprir a meta mínima, pelo menos.

Ter esse controle sobre o orçamento vai evitar, por exemplo, que você tenha gastos supérfluos. Pois, se o objetivo da economia existe e está bem estabelecido, fica mais fácil cumpri-lo, em vez de poupar “apenas se sobrar”. 

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