Com a paralisação nacional contra o corte de gastos na educação e indícios de lavagem de dinheiro no senado novamente, o clima para negócios no Brasil segue com mais incertezas do que nunca. Tais acontecimentos acabam por amedrontar os investidores internacionais, que por sua vez deixam de lado a possibilidade de investimento no país.

O mercado financeiro vem enfrentando grande receio diante dos movimentos nacionais, visto que com a paralisação pela educação o próximo movimento pode ser a manifestação contra o aumento de R$ 0,20 na passagem do transporte público novamente.

Diante a tal situação os investidores buscam proteção nos ativos, como o Dólar,que pode facilmente ultrapassar a barreira dos R$ 4,00. Enquanto a Ibovespa pode voltar a ser negociada no limiar dos 90 mil pontos. O temor é de agravamento da situação política.

Entretanto além de todo este cenário social, outros pontos que têm afastado muitos investidores são a articulação política em relação ao Legislativo e o desempenho da atividade econômica, essa que por sua vez possui o ritmo mais fraco que o esperado e acaba colocando em risco as previsões de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto). Muitas instituições financeiras ainda colocam mais para baixo as estimativas de crescimento, passando um pouco acima de 1%.

Apesar dos sinais de fraqueza, as apostas que as taxas básicas de juros podem voltar a cair este ano. No entanto, as projeções de inflação estão cada vez mais próximas das estimativas feitas pelo Banco Central para este e o próximo ano, com 4,25% e 4%.

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Estudante de Comunicação Social - RTVi, apaixonada pelo mundo do entretenimento, audiovisual e literatura. Acredito que para alcançar a estabilidade que precisamos, a educação financeira é o primeiro passo.

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