Quanto pagar por um seguro residencial? Vale mesmo a pena? O que a lei garante? Leia e descubra as respostas para dez perguntas sobre o assunto.
Imóvel é uma das poucas coisas que não dá para comprar por impulso. Sua compra requer planejamento, organização financeira e um investimento que precisa caber no bolso. Pagar a vista é privilégio para poucos, logo recorrer a um financiamento é a melhor saída. Porém a parcela mensal compromete boa parte do orçamento e, caso haja um imprevisto, nem sempre tem-se de onde tirar dinheiro para cobrir os gastos.
Por isso, uma dica é fazer um seguro residencial e se sentir seguro e com o controle dos possíveis gastos que adversidades como danos elétricos, roubos ou incêndios possam causar. Porém, só dá para fazer um seguro deste tipo se não houver mais nenhuma dúvida sobre o assunto. Abaixo, listamos as dez dúvidas mais comuns sobre seguro residencial. Leia e confira. Você vai ver que contratá-lo vai te fazer dormir mais tranquilo.
De preferência, assim que a compra do imóvel for efetivada. Ele cobre danos causados por incêndios, vendavais, raios ou roubo de bens existentes no imóvel. São vários tipos de cobertura diferentes e o cliente deve escolher aquela que mais atenda suas necessidades e, claro, caiba em seu bolso. Seguro residencial oferece ainda acesso a diversos serviços emergenciais como chaveiro, bombeiro hidráulico, encanador e eletricista.
E é bom lembrar que seguro residencial não deve ser pensado apenas para casas e apartamentos em bairros cujos índices de violência sejam altos. Ele vale a pena também em locais tidos como seguros pois, como já foi dito, causas externas também podem acometer o imóvel.
Depende de alguns fatores. Ela garante assistência em situações comuns, como incêndios, explosões ou queda de raios que afetem o imóvel. Você precisa definir o que gostaria de proteger e, com esses dados, realizar uma pesquisa sobre as coberturas adicionais.
Se na sua região costuma acontecer alagamentos, vale a pena investir em um adicional que cubra este tipo de ocorrência. A cobertura adicional deve ser usada para isso, te deixar tranquilo em relação aos problemas comuns à sua realidade. É importante que você explique detalhadamente à seguradora quais são as suas necessidades.
É um processo simples. Ao assinar o contrato, você recebe um cartão com o telefone para o qual deve ligar em caso de sinistro. Basta então dar seus dados pessoais como nome, CPF, RG ou do seu cartão de segurado. Você pode ainda ligar para a corretora com a qual fechou o contrato.
Você não precisa comprovar se o sinistro aconteceu por causa de um acidente ou não, mas a companhia de seguros certamente vai enviar um técnico para realizar a perícia. Por isso é importante que até a finalização do laudo, você não contrate ninguém para fazer a reforma do imóvel.
Não há valor fixo por seguro ou metro quadrado da casa. Os preços variam de acordo com as especificações de cada imóvel. Porém, o mercado diz que o custo do seguro residencial varia entre 0,1% e 0,3% do valor do imóvel. Por pensar que o seguro residencial segue a mesma lógica do seguro de automóvel, que custa em média 5% do valor do veículo, muitas pessoas pensam que o seguro residencial custa caro.
Mas, não! O seguro residencial fica em média 0,1% do valor do imóvel. Mas não o valor de compra e venda e sim o quanto custaria para reconstruí-lo, e essa soma geralmente é mais baixa que o preço de compra e venda. Então, agora você já sabe que o seguro residencial para proteger seu patrimônio pode custar muito menos do que se imagina.
Sim e sim. Te explicamos o motivo: se a seguradora avaliar que em seu imóvel há bens de valor elevado, o valor do seguro pode, sim, ser maior. Cada operadora tem sua regra, mas a parte boa é que o aumento não costuma ser tão mais alto. Até porque existem outros critérios como já foi dito. Porém fique atento. Se após o fechamento do contrato você adquirir um novo equipamento, avise à seguradora por escrito. Assim, você fica coberto no caso de precisar acionar o seguro.
Em casas, problemas com vazamentos são comuns de acontecer e não costumam incomodar outras pessoas a não ser as que moram na residência. Mas em prédios, o vazamento pode causar estragos não só no próprio imóvel, como no dos vizinhos também. Se isso acontecer, é o contrato do seguro que define quem paga o prejuízo. Se por acaso ocorrer um problema como este, só uma vistoria pode descobrir o responsável. Ficando comprovado que o vazamento foi causado pelo seu apartamento, a seguradora cobrirá os gastos porque isso ficou estabelecido no contrato. Caso tenha sido causado pelo apartamento do vizinho, é ele quem paga a conta.
Pode sim. A seguradora pode se recusar a cobrir os custos se a vistoria comprovar que o dano foi resultado da estrutura na construção do imóvel. Um laudo vai apontar se o problema foi causado por culpa da construtora, se esta falha já existia. Isso pode ser representado por uma porta mal colocada, fiação mal feita, box mal instalado. Então, se a culpa for da construtora, ela deve ser acionada para pagar a conta.
Furtos e roubos são os motivos que mais fazem os seguros contratados serem acionados, logo, ao escolher uma seguradora, peça que estas duas situações estejam entre os listados para a cobertura.
Se você precisou da seguradora, entrou em contato com ela e não foi atendido, a orientação é que você procure a SUSEP – Superintendência de Seguros Privados – e registre uma reclamação. Ela fará contato com a empresa e cobrará providências. Mas, se nem assim a empresa atender ao seu pedido, a própria Superintendência pode aplicar uma multa.
Muitas são as empresas e muitas são as condições também. Logo é normal que você fique em dúvidas na hora de escolher o seguro e a seguradora. Por isso pesquisar é necessário. Faça ao menos três cotações em empresas diferentes. Isso te ajudará a comparar os valores e coberturas e escolher qual tem o preço dentro do que você espera e pode pagar. Só não deixe de fazer um seguro residencial, pois seu imóvel é um patrimônio muito precioso para ficar desprotegido.
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