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O plano de saúde com coparticipação se parece com o seguro tradicional. Em ambos, há o pagamento de mensalidade que garante atendimento na rede credenciada. Porém, a diferença é que, no caso da coparticipação, o usuário paga, além da mensalidade do plano, o uso por cada um dos procedimentos realizados.

Quem escolhe esta modalidade de seguro gasta menos na mensalidade se comparado a um plano tradicional. Assim como no plano de saúde tradicional, a coparticipação oferece as mesmas coberturas, porém precisa pagar por cada consulta, cada exame, e, caso precise, por eventuais procedimentos que forem realizados. Portanto, é bom avaliar previamente se este tipo de cobertura vale a pena para você e sua família.

Por causa dessa diferença, a parcela mensal no plano de coparticipação é bem menor do que a mensalidade de um seguro comum. Então, se você não precisa ir ao médico com frequência e nem faz tratamento contínuo para algum tipo de problema de saúde, certamente vai gastar menos com a coparticipação.

Portanto, o pagamento extra é só para consultas ou exames. Em caso de cirurgias ou internações, não é necessário pagar nenhum valor a mais.

Fazer as contas para ver se o plano de saúde com coparticipação vale a pena é fundamental.

Plano de saúde com coparticipação é vantagem?

Para saber se vale a pena aderir a um plano nesta modalidade, você precisa fazer as contas. Peça orçamento dos dois tipos de plano para o seu corretor. Assim, você conhece o valor de cada um. Com estes valores em mãos, faça as contas e veja a diferença que existe na mensalidade.

Vamos te dar um exemplo

Suponhamos que um plano tradicional custe R$ 300 por mês e a opção com coparticipação tenha o valor mensal de R$ 160. Escolhendo o de valor mais baixo, sua economia é de R$ 140 por mês. Por ano, essa economia vai representar R$ 1680.

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Agora veja quanto você terá de pagar por cada consulta ou cada exame no plano de coparticipação. Se cada consulta custar R$ 50, significa que a diferença dá para pagar quase 34 consultas. Se você faz menos que 34 consultas por ano, o plano de coparticipação aqui mostrado será a melhor opção.

Mas fique atento. Antes de fechar o contrato com uma das duas modalidades de plano de saúde, verifique a rede credenciada e veja quanto, em média, é cobrado por consulta nos consultórios, clínicas e hospitais que você costuma ir.

A operadora deve informar de forma clara qual a tabela que utiliza como base para o cálculo do valor das consultas, exames e procedimentos. Se esta tabela for alterada por qualquer razão, o usuário deve ser informado previamente.

A empresa deve disponibilizar um canal que permita o usuário acompanhar o uso do plano por meio de um extrato. Neste extrato deve constar a data da realização do procedimento, a descrição e o prestador do serviço.

Qual a taxa?

Varia de uma operadora para outra. Também pode ser cobrada por meio de um valor fixo ou por um percentual. Tudo isso é determinado pelo próprio plano e está previamente acordado em contrato.

A ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar – regulamenta que a operadora só não pode cobrar o valor integral pela consulta, pois assim não seria viável o consumidor manter seu contrato com o plano de saúde.

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