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Em junho de 2017, o Brasil viu sua primeira deflação desde 2006. Ou seja, viu a primeira queda de preços em uma década, registrando inflação negativa de 0,23%.

O dado do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), porém, mostrou somente o resultado do índice para o bolso do consumidor, pouco falando sobre os efeitos da inflação para pequenas empresas.

A inflação é medida no País por meio do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), formado por uma série de indicadores do mercado. O IPCA é voltado ao consumidor, e por isso pouco mostra dos resultados sobre empreendimentos.

Ainda assim, é possível utilizar o dado para avaliar os resultados do aumento de preços para uma empresa. Afinal, além de oferecer produtos e serviços, um empreendimento também é consumidor de insumos, por exemplo.

É por isso que, muitas vezes, os produtos dessas pequenas empresas aumentam seus custos, para compensar o que está sendo gasto a mais na produção. Você pode saber quais os principais índices de inflação, clicando aqui.

Inflação torna os produtos mais caros e tende a diminuir o consumo.

Outro aspecto da relação entre a inflação e as empresas consiste na previsão de consumo. Quando o índice está alto, o consumidor gasta menos. Isso uma vez que os produtos de todo o mercado se tornarão mais caros.

Dessa forma, uma pequena empresa perceberá consequências em seu faturamento. Essa previsão, em todo o caso, pode ser interessante para a organização prévia das finanças. Assim, se necessário, será possível diminuir custos e impedir grandes impactos para o caixa do empreendimento.

Quais os efeitos da inflação para pequenas empresas?

Existem ainda outros efeitos da inflação para pequenas empresas. Como os custos de aluguel de sua sede. Um dos índices que compõe o IPCA é o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), e ele é o que influencia o aumento dos custos dos aluguéis de imóveis pelo País.

Se a inflação sobe, é bastante provável que os valores de locação subam com o mesmo índice. Neste caso, o empreendedor que acompanha os indicadores conta com a possibilidade de negociar os valores. Afinal de contas, se houver deflação, pode ser possível solicitar a manutenção do contrato atual, ou um reajuste anual mais baixo de valores.

Os efeitos da inflação para pequenas empresas podem ser menos prejudiciais se existirem planejamento e acompanhamento financeiro adequado do negócio.

No caso do aumento da inflação, é comum ainda que o empregador precise aumentar certo percentual no salário dos seus funcionários. Apenas assim eles manterão seu poder de compra. Isso geralmente é mais simples para as empresas que realizam seus pagamentos com base no salário mínimo estabelecido pelo Governo Federal.

Por fim, os efeitos da inflação para pequenas empresas incluem a dificuldade de acesso ao crédito. Não apenas porque os bancos tendem a limitar os valores, mas também porque seus custos se tornam altos. Normalmente, os consumidores sofrem com altas taxas de juros e prazos menores para empréstimos e financiamentos.

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