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Neste relatório, você vai ficar por dentro do que aconteceu de mais importante no cenário político-econômico do Brasil e do mundo na última semana. Confira!

No mercado internacional, a semana foi marcada pela aprovação da reforma tributária nos EUA. O mercado também ficou atento à questão na Catalunha, onde os partidos separatistas ganharam a maioria na eleição para um novo Parlamento. No mercado interno as atenções se voltam para a reforma da Previdência.

.Economia

O Banco Central elevou a estimativa de crescimento do PIB em 2017 de 0,7% para 1%, destaque para o setor agropecuário e setor de serviços. Também foram elevados as projeções para alta de exportações, de 3,9% para 5,5% e importações de 1,9% para 4,6%.

Para 2018, o Banco Central projeta avanços para o nossa economia, alterando sua expectativa de crescimento no PIB de 2,2% para 2,6%. Além disso, a Inflação anual medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) deve fechar em 2017 na casa de 2,8% e chegar em 4,2% em 2018.

O Banco Central, por meio do Relatório Trimestral de Inflação (RTI), reduziu sua projeção para os níveis de preços neste ano. O BACEN revisou a sua estimativa de 2,9% para 2,8% no encerramento de 2017. O PIB, da mesma forma, foi alterado, de crescimento em 0,7% para 1% neste ano.

.Reforma da Previdência

O presidente da República Michel Temer comentou ontem (21) que a aprovação da reforma da Previdência na Argentina serve como exemplo para o Brasil. Esta afirmação foi dada por Temer ao receber o presidente da Argentina, Mauricio Macri, no Palácio do Itamaraty, onde ocorreu a 51ª reunião de cúpula do Mercosul.

Henrique Meirelles, ministro da Fazenda, comentou que não avaliou, junto às agências de classificação de risco, mudanças do rating no Brasil. A afirmação foi dada em alusão a possibilidade de rebaixamento da nota de crédito do país por ter postergado a data para a votação da reforma da Previdência, agora marcada para fevereiro.

.Corporativo

As ações do Burger King (BKBR3) estrearam na B3 essa semana. A oferta inicial da companhia movimentou R$2,2 bilhões com ações vendidas a R$18, no topo da faixa de preço. Além disso, foi a vez da Vale (VALE3) estrear suas ações no Novo Mercado, nesta sexta (22).

A Embraer (EMBR3) foi o grande destaque da semana chegando a subir quase 40%. A forte valorização se deve a negociação de fusão entre a empresa e a Boeing. A união das empresas pode criar uma gigante global no segmento de aviação, entretanto órgãos de concorrência, tanto no Brasil quanto nos EUA, devem avaliar os efeitos dessa fusão.

.EUA

O destaque do cenário externo foi a aprovação do projeto de reforma tributária do partido Republicano nos Estados Unidos, tanto na Câmara quanto no Senado, mostrando a maior vitória do governo Donald Trump. O presidente sancionou a reforma nessa sexta (22), promovendo cortes de US$1,5 trilhão em impostos ao longo dos próximos 10 anos.

.EUROPA

Os partidos separatistas da Catalunha ganharam a maioria na eleição para um novo Parlamento, mantendo viva a ameaça de separação da região da Espanha. As divisões dentro do movimento secessionista mostram que há obstáculos para formar um governo pró- independência, abrindo um período de incerteza sobre as relações entre Catalunha e Madri.

.ÁSIA

O Banco do Japão (BoJ) manteve sua agressiva flexibilidade monetária nesta quinta-feira (21) e não ofereceu nenhuma indicação de que esteja considerando mudanças nas políticas. O BoJ manteve a meta de rendimento dos títulos do governo de 10 anos em torno de zero e sua taxa de depósito de curto prazo em -0,1%.

As exportações japonesas cresceram pelo 12º mês consecutivo em novembro, ajudadas pela forte demanda no exterior pelo aço e por equipamentos para produzir semicondutores. As exportações aumentaram 16,2% em novembro em relação ao mesmo mês do ano anterior, em comparação com um aumento de 15% esperado pelo mercado.

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