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Neste relatório você vai ficar por dentro do que aconteceu de mais importante no cenário político-econômico do Brasil e do mundo na última semana. Confira!

A semana no Brasil foi movimentada por assuntos como privatizações, reforma da previdência e previsão de que a inflação encerre o ano no piso da meta. Já nos EUA, o destaque da semana ficou para as notícias sobre o possível adiamento da reforma tributária para 2019.

.Recuperação Econômica

Henrique Meirelles, ministro da Fazenda, afirmou que a inflação encerrará o ano no piso da meta estipulado pela equipe econômica, próximo do patamar de 3% ao ano. No acumulado de 12 meses até outubro, o IPCA acelerou de 2,54% em setembro para 2,70%. Dessa forma, abre-se espaço para a queda na taxa de juros básica da economia (Selic).

A produção industrial de São Paulo cresceu 3,2% no terceiro trimestre, na comparação aos três meses anteriores, acelerando o ritmo de aceleração econômica. O desempenho foi três vezes maior do que a média nacional, de acordo com o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).

.Privatizações

O governo publicou a modelagem de privatização das seis distribuidoras da Eletrobras localizadas no Norte e Nordeste. A ideia inicial é que as empresas sejam vendidas pelo valor simbólico de R$ 50 mil cada, porém com compromisso de aportes imediatos pelos compradores de R$ 2,4 bilhões.

.Reforma da Previdência

Após o presidente Michel Temer afirmar que o texto da reforma da Previdência poderia “não ser aprovado em todo o conjunto”, o Palácio do Planalto conseguiu fazer com que o assunto voltasse a ganhar o topo das discussões da semana. A afirmação foi feita após encontro com partidos do “Centrão”, que exigem a reforma ministerial para cooperar com o Planalto no assunto.

Apesar disso, nos dias seguintes, houve uma grande mobilização para se chegar a um texto que poderia ser aprovado até o final do ano. Nesse sentido, Arthur Maia, relator da reforma na Câmara, concedeu entrevista afirmando que espera votar o texto, ainda que enxuto, até o dia 15 de dezembro.

O objetivo da versão enxuta do texto seria instituir idade mínima para requerer a aposentadoria de 62 anos para as mulheres e 65 anos para os homens, além de equiparar os benefícios previdenciários dos servidores públicos ao dos trabalhadores do setor privado.

Henrique Meirelles, ministro da Fazenda, afirmou que a reforma da Previdência é importante para a política do teto de gastos e para a retomada do crescimento. Segundo ele, a proposta precisaria garantir no mínimo mais de 50% do efeito esperado na proposta original, de economia de R$ 800 bilhões em dez anos, sem a qual não haverá o cumprimento do teto do gasto público.

.Cenário Corporativo

A Oi (OIBR4) segue no radar, com o adiamento pela quarta vez da sua assembleia geral de credores, que havia sido marcada para essa sexta feira (10).

A Eletrobras (ELET6) ficou no radar diante das discussões em relação aos prazos para sua privatização que continuam refletindo no preço das ações. Na terça-feira (07), o Diário Oficial da União publicou os termos da privatização das suas distribuidoras.

Os acionistas da Petrobras (PETR4) aprovaram em assembleia geral extraordinária a incorporação da subsidiária Downstream Participações, sem aumento de capital da estatal.

.EUA

O destaque da semana foram as notícias sobre o possível adiamento da reforma tributária para 2019. A Câmara dos Deputados e o Senado têm divergido sobre a proposta fiscal, e, como consequência, os agentes financeiros acompanham a capacidade dos republicanos de conseguir a aprovação do projeto de lei para a Casa Branca

.Europa

A União Europeia elevou as projeções econômicas para a zona do euro, com expectativa de expansão mais forte para 2017, impulsionada pelo consumo privado e pela recuperação global. A expectativa é que o PIB dos 19 países que integram o bloco monetário deve crescer 2,2% neste ano.

.Ásia

A China anunciou uma série de medidas para flexibilizar a participação de estrangeiros nos negócios do país. As restrições à participação de estrangeiros em bancos e gestoras de títulos serão removidas e esse grupo poderá ter participação majoritária em corretoras, de 51%.

A inflação para os consumidores na China acelerou em outubro, atingindo o maior patamar em nove meses, graças à desaceleração no declínio dos preços dos alimentos.

Gostou de ficar por dentro de tudo que aconteceu nos últimos dias? Acesse esse relatório semanalmente e não perca nenhuma informação importante. Te esperamos na semana que vem. Até lá!

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