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A vida adulta é uma aventura cheia de imprevistos, principalmente financeiros. Um reparo de emergência, uma conta que veio com valor mais alto do que o esperado, despesas médicas, uma inesperada demissão, qualquer um desses imprevistos pode gerar problemas. Por conta disso é muito importante possuir uma reserva de emergência.

Ter um fundo para essas situações ajuda qualquer pessoa a sair de situações desagradáveis com mais facilidade, sem contar que evita possíveis endividamentos. Apesar de ser necessário, muitas pessoas possuem dificuldade em criar um ou não sabem a importância que esse acúmulo monetário possui.

Qual a importância do fundo para emergências?

Apesar da premissa popular de utilizar o cartão de crédito para situações emergenciais, essa é uma das formas mais erradas de sair desse tipo de situação. O cartão é uma forma de pagamento, ou seja, ele não deve ser utilizado nesses casos.

Quando se entra em uma situação emergencial, os gastos se elevam por conta do imprevisto que aconteceu. Ao utilizar o cartão de crédito para sair dessa situação, o consumidor fica aberto a riscos de ter uma fatura mais cara do que o de costume.

Isso quer dizer que ele entra em uma nova dívida por conta da emergência, o que não é recomendável, principalmente quando se usa o cartão de crédito ou o cheque especial. As taxas e encargos em cima dessas formas de pagamento são enormes, o que piora, ainda mais, a situação.

E é justamente aí que está a importância do fundo de emergências. Possuir uma reserva monetária evita a utilização do cartão de crédito e do cheque especial para conseguir sair dessa situação. Além disso, ter um dinheiro guardado garante maior estabilidade financeira e tranquilidade para a família.

Como criar o fundo?

Criar esse tipo de fundo para recorrer em situações desagradáveis é uma tarefa muito fácil, porém demanda muita atenção e responsabilidade. Inicialmente, é importante que se tenha em mente que esse fundo só deverá ser utilizado em situações de extrema necessidade, ou seja, não se deve recorrer ao fundo para gastos supérfluos, como compras ou passeios.

Além disso, o poupador deve saber que o dinheiro não deve ficar apenas parados na conta ou guardado em um envelope no fundo da gaveta. Ele deve ser investido para gerar fundos. Nesses casos, fazer um investimento com liquidez diária como o CDB ou a Poupança são ótimos métodos para a criação do fundo de emergência.

Após concluir esse pensamento, será necessário criar um planejamento orçamentário. Nessa planilha, que pode ser feita no computador, smartphone ou em um caderno, deverá ser especificado todas as rendas e os gastos que se tem e calcular a média das despesas. Com essa apuração, será possível estipular um valor para ser guardado.

O valor poupado deve ser igual aos gastos que a família tem durante seis meses, esse é o ideal. Com a média gasta no ano que foi descoberta no planejamento, é possível descobrir a quantia necessária para manter a família durante esse período emergencial. Ou se preferir, também pode definir o valor do fundo a partir do salário que é ganho em 6 meses.

Para estabelecer o valor ideal do fundo de emergência é preciso saber o gasto médio da família durante o ano

Após definir o valor do fundo de emergência é preciso que estabelecer um prazo e definir metas para a criação da reserva. Com as metas, será possível criar um planejamento a ser seguido por etapas, que no final do prazo estipulado, chegarão ao montante que foi definido previamente.

Esses são os passos para estabelecer a quantia necessária para o fundo, entretanto, é necessário que haja algumas mudanças no hábito de consumo. Todos aqueles que desejam poupar devem saber que para concretizar a reserva, deverá haver corte de gastos.

Ao gastar menos consequentemente a família terá mais dinheiro no final do mês, e o ideal é que esse dinheiro seja condizente com as metas estabelecidas para chegar no objetivo final, que é o valor estabelecido. Rever as despesas mais supérfluas, como almoçar fora toda a semana, e cortá-las é algo preciso para conseguir concluir o plano.

A melhor forma para atingir as metas e criar o fundo de emergência, é guardar o dinheiro logo na data do recebimento do salário. Encarar esse dinheiro poupado como uma despesa ajuda a garantir que o planejamento será cumprido, evitando que esse dinheiro que sobrou por conta do corte nos gastos seja utilizado para outras coisas.

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