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Todos são dependentes financeiramente até determinada época da vida. Afinal, enquanto a idade adulta não chega, é a ter mesmo ilegal conseguir um emprego e manter-se por conta própria. Em algum momento, porém, é essencial desapegar. Deixar a casa dos pais, buscar rendimentos para além de um companheiro, “andar com as próprias pernas”. Apesar de cômodo, é preciso evitar a dependência financeira. Por quê?

Por sua autoestima

Quando se coloca no papel principal da própria vida, o indivíduo se destaca. Enquanto seu orçamento depende de outra pessoa, há a insegurança de que ele não conseguiria sozinho. Surgem dúvidas como: “eu sou mesmo capaz? E se eu não tiver onde morar? Conseguirei comprar minhas coisas?”.

As dúvidas só crescem, e a autoestima cai. Com a dependência financeira, o consumidor passa a acreditar que não é capaz de se manter sozinho, e pode considerar-se fraco e incompetente. Uma autoestima baixa influência em todas as outras áreas da vida, da convivência social à saúde. É ela, por exemplo, que contribui para o surgimento da depressão.

Situações de dependência financeira podem gerar quadros de tristeza e depressão, uma vez que o indivíduo se sente impotente.

Para conquista dos seus objetivos

Quando sua renda vem de outra pessoa, dificilmente o indivíduo toma decisões por conta própria. Sempre é preciso verificar ao provedor se aquele gasto é possível, se ele está de acordo. Assim, mesmo pequenos consumos, como comprar um sapato novo, dependem de outra pessoa.

Por isso, é difícil até mesmo realizar um sonho. Uma viagem, o estudo, a compra de um carro ou qualquer outro objetivo. Sem rendimentos próprios, o usuário coloca a responsabilidade de realização, e a provável a frustração, em outra pessoa, e acaba não conseguindo fazer tudo o que deseja.

Para crescer

Toma as rédeas dos próprios gastos gera amadurecimento. O consumidor passa a ter noção do quão complexo é conseguir dinheiro, e de todo esforço que o processo envolve. Passa também a dar valor aos rendimentos, e é obrigado a aprender a controlar os gastos, caso deseje viver de forma confortável.

A liberdade para tomar suas próprias decisões também requer o contrabalanço de prós e contras, e análise de conseqüências. Todas estas ações obrigam o indivíduo a cuidar de si, e a tomar a direção de seus caminhos.

Sua dependência é um problema?

Obviamente, a dependência financeira não deve ser demonizada. Um jovem que vive na casa dos pais para poupar e realizar seus objetivos não é um problema, assim como uma pessoa que prefere não trabalhar e cuidar do dia a dia doméstico.

O incômodo da dependência está nas situações em que o precisar de alguém restringe a realização de qualquer objetivo, mesmo os pequenos.

Antes de optar por assumir o próprio orçamento, cada indivíduo deve repensar sua própria situação, e verificar como a dependência vem afetando seu dia a dia. Os inconvenientes são grandes? Então deve ser a hora certa de mudar! O orçamento continua balanceado, e você coloca seus projetos em prática sem empecilhos? Ótimo, ter um apoio financeiro não é um problema.

Utilize o período na casa dos pais, ou da dependência de um companheiro, para fazer planos e economia para o futuro.

Sentir-se realizado é o melhor que o indivíduo pode obter. Se este é seu caso, a dependência financeira não é mais que apenas mais uma característica da vida.

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