Controlar o orçamento é uma atividade importante no dia a dia. Por meio dele e uma planilha de gastos, é possível saber exatamente como a economia é realizada a cada mês.

Os valores são úteis para que o consumidor conheça suas condições financeiras à fundo, e evite entrar em um mar de dívidas e juros.

Para te auxiliar nesta tarefa, montamos um passo a passo de como montar uma planilha de gastos. Confira!

Passo 1: escolha o tipo de planilha de gastos

Há diversas alternativas de registro disponíveis atualmente. É possível utilizar do Microsoft Excel ou do Google Planilhas, que oferecem uma performance mais básica deste registo.

Em ambas as opções você pode  definir categorias como achar mais adequado, e, assim, adaptar o preenchimento à sua realidade.

A vantagem de uso no Google Planilhas está na possibilidade de acesso em qualquer lugar. Disponível para computadores, smartphones ou tablets, o aplicativo permite inclusive a atualização das informações off-line.

Desse modo, quando tem acesso aos dados de internet, o sistema salva os dados automaticamente na nuvem, o que torna-os acessíveis em qualquer ocasião.

Claro, é possível ainda utilizar de listas “físicas”, em papel. Neste caso, o ideal é sempre ter a planilha por perto, ou anotar os gastos e transferi-los à planilha de gastos o mais breve possível. Assim, torna-se mais difícil esquecer qualquer custo realizado.

Passo 2: Estabeleça “categorias” de gastos da sua planilha

Dividir a planilha de gastos em categorias de forma prática ao preenchimento é muito importante. Por isso, comece definindo colunas para cada mês do ano.

Na planilha, comece pela coluna B, deixando a A vazia inicialmente. Ouça seja: insira “janeiro” na coluna B do documento; “fevereiro” na C; “março” na D; e assim sucessivamente. Nomeie cada uma para fácil visualização.

Em seguida, retome à primeira coluna (A). Nela, você deverá inserir os gastos categorizados. Em geral, é possível dividi-los entre alimentação, contas domésticas, lazer, educação e transporte.

Assim, a segunda linha da planilha deverá ter informações de alimentação; a linha 3, contas domésticas; a 4, lazer; e assim por diante.

planilha de gastos
Quanto mais segmentada, mais prática será a planilha para organizar o orçamento.

Caso prefira, é possível dividir as informações ainda mais. Ao invés de alimentação, por exemplo, escolha listar supermercado, almoço em alimentação no lazer, fazendo algo semelhante nas demais categorias.

Passo 3: Crie espaço para receitas e economia

Além das linhas com categorias de gasto, é indispensável que a planilha de gastos tenha espaço para listar os ganhos mensais, assim como o valor restante do período (a diferença entre receita e gasto mensal).

Insira também uma linha para soma de todas as economias somadas, ou seja, o que sobrou de todos os meses juntos. Assim, será mais fácil visualizar o que se tem no banco. Os montantes poderão ser usados num projeto futuro, ou quem sabe em emergências.

Passo 4: Registre todos os custos

Anotar cada custo, por menor que ele seja, é fundamental para um bom controle financeiro. Desta forma, aquele lanche, ou até mesmo algumas balas compradas, precisam aparecer na planilha de gastos.

O rigor dessas informações irá permitir que o consumidor não perca o controle de seu orçamento. Ao final, também será possível perceber todos os gastos, e verificar o que é dispensável.

Lembre-se ainda que, em caso de compras parceladas, o valor de cada prestação deve ser listado no mês em que será pago.

Isso significa que uma compra de R$300 parcelada em duas vezes e realizada em janeiro, será paga em fevereiro e março. Ao invés de registrar R$300, então, em janeiro, o consumidor precisa colocar R$150 nos gastos de fevereiro, e outros R$150 em março.

Passo 5: Compare as informações

A cada mês, é essencial comparar as informações de gastos, receitas e economia. Qual área da sua vida tem gasto mais? Os consumos foram mesmo necessários, ou poderiam ser diminuídos?

Com estes dados visualizados, você poderá obter melhor noção dos problemas de seu orçamento, e assim trabalhar para que ele nunca fique no vermelho.

Esta comparação ainda auxilia na definição de grandes gastos. Para definir suas férias, o consumidor poderá entender em quais categorias diminuir gastos, e o quanto já tem para a viagem.

Controle financeiro: outras opções

Além das clássicas planilhas de gastos, o consumidor hoje pode contar com alternativas mais “tecnológicas”: os aplicativos de gerenciamento financeiro. Disponíveis para dispositivos Android, iOS e Windows, os sistemas podem ser utilizados em computadores, tablets e smartphones.

controle de gastos
Aplicativos financeiros podem facilitar o preenchimento dos dados, além de oferecerem uma visão mais dinâmica do orçamento.

A diferença entre as opções e as planilhas é a fácil sistematização dos dados, visto que os programas oferecem planilhas pré-estabelecidas, e conseguem realizar cálculo dos gastos e receitas automaticamente. Por meio deles, também é possível visualizar em gráficos a comparação dos custos mensais.

Alguns bancos também oferecem sistemas semelhantes no próprio aplicativo. As funções são bastante úteis principalmente para aqueles que concentram sua renda e pagamentos mensais em um mesmo banco.

Nesse caso, o software agrupa automaticamente as informações conforme as entradas e saídas de valores da conta corrente do cliente.

A função também é interessante para quem tem até duas contas. Entretanto, é essencial lembrar que nem sempre os valores são gastos por débito ou crédito da financeira: há os custos à vista.

Considerando que os valores provavelmente serão retirados da conta bancária, o controle pode ser simples, e estes saques devem ser considerados pelo aplicativo.

Já no caso dos valores serem de outras fontes é preciso registrá-los e considerá-los na análise dos custos de cada mês.

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