Em uma tradução literal, open banking significa “banco aberto”. Explicando em outros termos, trata-se de um sistema que permite acesso e controle de contas bancárias e financeiras de consumidores por meio de aplicativos de terceiros.

Podemos dizer que o open banking no Brasil é um reflexo das transformações e mudanças que nosso mercado financeiro tem passado. Em partes, essas mudanças ocorrem graças à inserção de novas tecnologias no ramo.

Em nosso país, o open banking é regulamentado pelo Banco Central (BC) e pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Apesar de sua implementação ter iniciado em outubro de 2020, ainda existem algumas dúvidas sobre o tema. Para esclarecê-las, invista alguns minutos na leitura deste artigo.

O que é open banking na prática?

De acordo com o Banco Central do Brasil:

“O Open Banking, ou sistema financeiro aberto, é a possibilidade de clientes de produtos e serviços financeiros permitirem o compartilhamento de suas informações entre diferentes instituições autorizadas pelo Banco Central e a movimentação de suas contas bancárias a partir de diferentes plataformas e não apenas pelo aplicativo ou site do banco, de forma segura, ágil e conveniente”.

Na prática, do lado dos clientes isso significa que graças à tecnologia open banking eles têm mais liberdade para fornecer suas informações financeiras para qualquer instituição. Ou seja, o cliente pode decidir levar seu dinheiro para qualquer instituição sem ter que começar uma relação do zero.

Já do lado da instituição financeira, a tecnologia fornece aos provedores de serviços financeiros terceirizados acesso aberto a dados bancários, transações e outras informações. Ou seja, no ambiente open banking, caso os clientes desejem, as instituições financeiras devem compartilhar seus dados com terceiros.

O acesso aos dados bancários de diferentes instituições é possível graças ao uso de APIs (Application Programing Interface).

Entendendo a API open banking

Primeiro, é importante entender que as APIs abertas já são utilizadas por empresas de tecnologia há algum tempo. Um exemplo bem simples e conhecido da maioria das pessoas, é a API do Google Maps. Ela permite que o site da sua empresa, por exemplo, tenha um mapa integrado. 

Pense nas APIs como um garçom: você faz o pedido a ele e, depois de alguns minutos, seu prato está na mesa. Você não sabe como a comida foi preparada, mas o que importa é que ela está quentinha na sua frente.

As APIs cumprem o mesmo papel de um garçom. Elas recebem o pedido e devolvem ao usuário o que ele solicitou. No caso da API open banking, se houver autorização prévia ela compartilha informações, dados e o histórico bancário dos usuários de produtos e serviços financeiros entre instituições.

Um exemplo é a integração via API Open Banking ao ERP financeiro da empresa. 

Quais as vantagens do open banking para sua empresa?

O open banking tem inovado o setor bancário. Um dos motivos é que essa tecnologia, ao ajudar os clientes de serviços financeiros a compartilhar com segurança seus dados financeiros com outras instituições, pode dar a eles mais facilidade e agilidade na hora de mudar de banco. 

A API também pode examinar os dados de transações dos consumidores para identificar os melhores produtos e serviços financeiros para eles. Com isso, a competição aumenta e clientes passam a ter mais opções.

E quando falamos em opções, não tratamos apenas de melhores investimentos. O open banking possibilita também o crescimento das fintechs no Brasil, em especial as de meio de pagamentos que podem trazer muitos benefícios às organizações de vários setores.

A Transfeera, fintech open banking de gestão de pagamentos online, é um desses casos. Ela permite aos seus clientes o ganho de escala nos pagamentos para empresas que fazem muitas transferências bancárias para pagamentos de parceiros e fornecedores. Isso é possível graças ao sistema de open banking integrado com a Caixa, o Itaú, o Sicoob, o Sicredi, o Santander, o Bradesco e o Banco do Brasil. 

Para os clientes da Transfeera, essa integração permite realizar pagamentos para esses bancos por meio de uma solução que livra as empresas das altas taxas com transferências de TED e DOC. 

Open banking é seguro?

Esta talvez seja a questão que traga mais dúvidas, afinal, estamos tratando de compartilhamento de dados. Portanto, para responder à pergunta, destacamos alguns pontos.

Para começar, a criação de uma plataforma open banking deve estar atrelada a um ambiente seguro. O próprio BC define alguns pontos para garantir a segurança das informações:

  • Todo o processo ocorre num ambiente com diversas camadas de segurança, com autenticação do consumidor e das instituições participantes.
  • Regras de segurança cibernética precisam ser cumpridas.
  • Há regras também para responsabilização das instituições e de seus dirigentes.
  • O BC supervisiona todo o processo.

Além disso, a abertura de dados dos clientes deve seguir a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Isso significa garantir o cumprimento de normas que impeçam o mau uso dos dados dos clientes, bem como que certifiquem-se que haja o fim do acesso às informações caso o cliente assim deseje.

Outro ponto fundamental é disponibilizar mecanismos de controle que garantam autonomia aos clientes de produtos e serviços open banking. Voltando ao exemplo da Transfeera, ela oferece controles como OAuth2 e OpenID Connect para verificação da identidade do usuário.

A solução possibilita também gerenciamento de erros, sinalizando possíveis problemas na integração com total transparência. Ainda, garante a entrega e o correto funcionamento da integração da API, assegurando o conhecimento do SLA de disponibilidade dos serviços ofertados.

Conheça a solução da Transfeera

Com as soluções da Transfeera de Pagamentos e da ContaPix via API, os clientes contam com uma plataforma de pagamentos e recebimentos online ágil e barata, além de validação bancária por meio de API. É possível receber todos os alertas de pagamentos independente se o pagamento for feito por Pix, TED, DOC, QR Code ou boleto. 

A solução também possibilita que todos os pagamentos sejam feitos em um único lugar. Além disso, permite a automação de toda a rotina de pagamentos, sejam eles boletos ou transferências para vários favorecidos diferentes de uma só vez.

A Transfeera já processou com sucesso mais de 5 milhões de pagamentos de fornecedores, payout, cashback e reembolsos. É também uma das primeiras instituições financeiras aprovadas pelo Bacen para realizar a transferência de Pix para empresas.

Conheça agora mesmo a plataforma de pagamentos da Transfeera.

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