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Todo mundo lida mensalmente com os chamados gastos essenciais. Eles correspondem a aspectos da vida em que não é possível viver sem, como a eletricidade, água e aluguel de casa. Ou seja: um gasto essencial corresponde àquele referente ao custo de vida de um indivíduo, gastos fundamentais à sobrevivência no dia a dia.

A confusão com esta definição acontece, muitas vezes, porque um gasto supérfluo é considerado essencial para uma pessoa. Considere, por exemplo, o indivíduo que diariamente faz exercícios na academia. Para seu estilo de vida, o pagamento das mensalidades da musculação pode parecer essenciais. Mas não são!

A partir do momento em que você pode substituir um gasto por outro gratuito, ele não é essencial. Assim, o indivíduo pode trocar a academia pela caminhada ao ar livre. Por outro lado, é muito mais difícil cortar a compra do gás de cozinha e optar pelo fogão à lenha.

Desta forma, os gastos essenciais de uma pessoa são básicos. Eles consistem em pagar as contas de água, luz , gás, aluguel de casa, saúde e alimentação.

Onde economizar?

Na hora de organizar o orçamento e economizar, o indivíduo deve analisar os dois aspectos de seus gastos. Os essenciais costumam ser mais difíceis em diminuir o consumo, mas a medida não é impossível. Você pode, por exemplo, diminuir a conta da energia elétrica programando a televisão antes de dormir. Assim, ela não ficará ligada mais do que o necessário quando você pegar no sono.

Outro meio interessante e começar a carregar o celular no trabalho, usando um cabo para o computador. Assim como diminuir o tempo no banho ou com a geladeira aberta.

As medidas para a diminuição do consumo essencial sempre passarão pela economia, e não corte total do gasto. Por isso, economizar nos supérfluos é mais eficaz.

São considerados gastos supérfluos aqueles que prezam apenas pela diversão ou maior conforto do indivíduo. Isso engloba o passeio com os amigos, a compra daquele perfume importado e não de um equivalente, o pagamento da TV a cabo que você só vê uma vez por semana, ou viagens e tratamentos de beleza.

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Compra no supermercado, ou alimentação, é um dos gastos essenciais do consumidor.

Os gastos supérfluos podem ser substituídos ou deixados de lado por um tempo. Desta forma, não há problema em diminuir a frequência de visitas aos “barzinhos” para um encontro quinzenal. Em nome do controle do orçamento, você precisa se adaptar e prezar por economizar. O corte de consumos, mesmo que pequenos, fazem diferença enorme no fim do mês.

Como economizar?

O primeiro passo para economizar é conhecer seu orçamento à fundo. Por um mês inteiro, liste quais foram seus consumos: qual o valor da conta de água, de luz, quanto você gastou naquele restaurante e até mesmo o valor do cafezinho da padaria. Depois, analise onde você mais tem gasto, e verifique onde é possível diminuir as saídas. Na maior parte das vezes, apenas após listar todas as informações você percebe o quanto tem “jogado dinheiro fora” em algo bastante supérfluo.

Após este passo, é interessante definir uma meta de economia. No primeiro mês, por exemplo, você pode querer diminuir os gastos em R$300. Com este valor em mente, será mais fácil controlar a vontade de gastar, principalmente no dia a dia.

Fazer um planejamento financeiro é uma boa tática para controlar o orçamento e fazer o corte de despesas.

A mesma técnica funciona se você definir metas maiores, como economizar para uma viagem. Defina quanto será necessário para as férias dos sonhos, o tempo que você tem para a economia, e se comprometa a economizar todo o valor dentro do prazo. Deste modo, há um maior incentivo em salvar o orçamento dos desperdícios.

Lembre-se sempre de considerar gastos essenciais e supérfluos para essa economia. Distribuir os valores entre essas “categorias” vai impedir um baque muito grande no estilo de vida que você mantém.

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