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O maior erro em uma sociedade é não formalizar o acordo existente entre os sócios por meio de contrato

Você pensa em abrir um negócio mas não tem capital de giro suficiente? Quais seriam as outras opções? Um empréstimo? Montar o negócio em casa e torcer para que vingue para que você possa instalá-lo em lugar dos seus sonhos?

Bom, sabemos quão demorado pode ser essa última opção ou ainda quão burocrático pode ser solicitar um empréstimo, fora os riscos no caso do empreendimento não dar certo e você ter de arcar com a dívida de um negócio falido.

Normalmente por abrirmos um empreendimento costumeiramente com um amigo, quando falamos de sócios não nos preocupamos com algumas coisas fundamentais para uma boa experiência com o empreendimento.

Contratos

A fundamental é o contrato de negócio ou acordo entre sócios ou acionistas.

Com este contrato assinado por todas as partes constantes você norteia o trabalho, a participação e o envolvimento de cada um com a empresa.

Quão mais completo estiver o seu contrato de negócios menores serão as chances de conflitos ou qualquer outros tipos de problema na administração da empresa, isso principalmente quando estivermos falando de sócios igualitários (com proporções iguais na empresa).

Contrato incompleto ou mal preenchido

Quando o seu contrato estiver com problemas em sua estruturação, sendo considerado incompleto ou equivocado, os principais transtornos que podem acarretar para você são:

Conflito entre os sócios: essa é sem dúvida a mais comum até mesmo quando você se lembra de mencionar certos pontos que podem causar divergências no contrato. Afinal, embora vocês sejam amigos ainda assim são duas cabeças pensando sobre mesma coisa, podendo chegar a resultados diferentes.

Um contrato bem feito não pode evitar que hajam divergências entre os sócios mas deve contar com o máximo de informações possíveis para as mais adversas situações tentando minimizar que isso ocorra.

O principal erro nesse tipo de filiação, é que por se tratarem de amigos e o processo ser extremamente burocrático, muitos futuros sócios aderem a modelos prontos de contrato. Isso para não terem o trabalho de formatarem o seu próprio e por não quererem muitas vezes gastar com isso.

Mas cada empresa possui particularidades que lhe são próprias, desta forma, nem todo modelo padrão de contrato lhe será bem aproveitado. para o seu empreendimento.

É claro que se você estiver elaborando um contrato, alguns aspectos você poderá ver que são idênticos nos mais diversos modelos e segmentos de trabalho, em contrapartida, outros são absurdamente diferentes.

Quem pode elaborar o contrato do meu negócio?

A melhor opção para te auxiliar na produção do seu contrato é o advogado com conjuntamente com um bom

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O mais indicado é que você consulte um advogado para que ele possa tornar o contrato o mais apropriado possível tanto a realidade da empresa quando de seus sócios. Com a ajuda do advogado, ao menos no quesito legal, você saberá que está respaldado.

Para que o contrato de fato esteja completo é recomendado que você procure também um contador.

O advogado na hora de elaborar o contrato de negócios estará mais focado nos quesitos legais que a operação envolve, o contador poderá auxiliá-lo do ponto de vista econômico, o que é extremamente válido e fundamental.

É o contador quem determinará o melhor regime econômico ao qual a sua empresa está submetida bem como a participação dos lucros referentes a cada sócio.

O que deve estar presente no meu contrato?

O primeiro passo ou informação mais importante que deve estar presente no seu contrato de negócio sem dúvida é o ramo de atuação daquela empresa que está presentes a ser aberta.

A partir do momento que você determina o ramo, há uma gama de profissionais fundamentais para que o negócio de fato engrene e funcione, então este é o primeiro passo.

A atuação dos sócios e as atribuições, funções e responsabilidades de cada um dos futuros funcionários também. Você precisa deixar extremamente claro a função de cada um dos sócios e dos funcionários que você futuramente terá quando estiver em frente a empresa.

Naturalmente o sistema hierárquico começa a se desenhar, mas é preciso que ele esteja determinado em contrato principalmente quando estamos falando dos sócios. Quem tem mais autonomia de decisão que o outro? Embora a cota acionista determine isso, deixar claro em contrato não faz mal algum não é mesmo?

Segundo ponto importante que acaba sendo ignorado por muitos futuros sócios é no caso de quebra da sociedade. Afinal, amizades chegam ao fim, quem dirá sociedades não é mesmo?

Da mesma forma que a sua amizade pode chegar ao fim imagina a sua sociedade que envolve dinheiro, interesses e ganância?

O contrato deve prever as ações que devem ser adotadas no caso de quebra de sociedade ou falecimento de um dos sócios.

O mais indicado é determinar no caso de morte as possibilidades que podem ser adotadas:

  • No caso de acionista com herdeiro as ações serão passadas a ele?
  • E no caso de sócio sem filhos?
  • As ações ficam a venda para os demais acionistas?
  • E a que valor?
  • E em que ordem será ofertado aos acionistas?
  • A família ficará com as ações?
  • Questões complexas não é?

Por isso devem estar discriminadas no contrato para evitar perdas tanto financeiras quanto pessoais em relação a desavenças entre outros sócios.

Terceiro ponto que você não pode esquecer de colocar em seu contrato de negócios é sobre as férias, principalmente dos sócios, pode parecer bobagem e embora reconheçamos que há imprevistos que podem alterar a data das férias que você escolheu no início do ano, mas alguns preceitos básicos sobre o período de férias devem estar no contrato e não fazem mal algum.

Deixe acordado entre todos os sócios que não há a possibilidade de mais de 50% da equipe gestora se ausentar conjuntamente.

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