O mercado de NFT existe há alguns anos, mas foi em 2021 que houve um crescimento exponencial quando muitos ativos aleatórios começaram a valorizar.

Essa nova onda, porém, já demonstra perder fôlego, deixando evidente que nem tudo termina em pizza nesse mercado.

Há algumas semanas, por exemplo, o NFT do primeiro tweet feito pelo próprio criador da rede social surpreendeu a todos quando foi cotado a US$ 14 mil. Lembrando que o mesmo foi comprado no ano passado por US$ 2,9 milhões. No entanto, isso não demostra o fim dos NFTs, mas sim a maturidade do mesmo.

O mercado de NFTs viu uma proliferação de novos ativos, como quando o Bitcoin foi lançado, e esses ativos, chamados de “oportunidades de investimento”, infestaram a internet, mas de forma semelhante às criptomoedas, os NFTs menos relevantes perderam espaço e valor.

Hoje, os usuários aprenderam como reconhecer bons projetos de criptomoedas e dessa maneira passam a reconhecer bons NFTs.

No passado, a maioria dos ativos eram lançados por anônimos ou projetos pequenos, uma realidade em mudança.

Recentemente, a Nike, por exemplo, lançou uma coleção de tênis NFT, outras marcas como Mastercard, Hyundai, Samsung, Disney, YouTube e Facebook também buscam entrar nesse mercado, direta ou indiretamente.

Por fim, apesar dos problemas com especulação, o comércio de NFTs ainda segue ativo. Só na última semana, o mercado vendeu US$ 456 milhões, segundo plataformas especializadas.

Dessa maneira, podemos imaginar que, apesar da falsa sensação de descaso, os NFTs ainda seguem bastante ativos e amadurecendo.

Não somente isso, a onda dos jogos NFT está apenas começando e estimulando o mercado ainda mais.

Muitos grandes jogos estão sendo desenvolvidos e prometem trazer uma nova tendência no mundo do games e quando unimos isso ao conceito de metaverso, temos um ecossistema muito promissor e carente de atenção para o futuro.

Autor: Fernando Américo | Linkedin 

Colaborador do Guia do Investidor

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