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Confira quanto o MEI pode passar a arrecadar em 2018.

Novo limite, maior prazo para pagamento de dívidas e investidor anjo são destaques.

A partir desse ano, os microempreendedores individuais poderão arrecadar mais dinheiro mensalmente e continuar como MEI. Isso por que foram aprovadas novos regras para os empreendedores e microempresas que sejam encaixam no Simples Nacional.

As mudanças estavam tramitando no Congresso Nacional desde 2015 e foram aprovadas recentemente, entrando em vigor em 1° de janeiro de 2018. Algumas das novas regras, além do aumento do limite devem fomentar o crescimento do empreendedorismo no Brasil.

Novo Limite

Quem já é ou se formalizar como MEI em 2018 poderá arrecadar até R$ 81 mil anuais, uma média de R$ 6.750 por mês. Na regra antiga, os microempreendedores não podiam ultrapassar os R$ 60 mil mensais, ou seja, ter uma renda de cerca de R$ 5 mil mensais.

Com a mudança é capaz que muitos novos empreendedores e pequenas empresas que estejam em outro regime de tributos, passem a optar pelo Simples Nacional, por conta da diminuição dos valores recolhidos de impostos.

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Novas Funções

Novas profissões e tipos de negócios também serão contemplados como MEI no próximo ano. O principal destaque é a entrada de empreendedores da área rural. Produtores que trabalhem com atividades de industrialização, comercialização ou prestação de serviços no campo, poderão se formalizar como microempreendedores individuais.

Outros profissionais que se encaixarão no Simples Nacional a partir de 2018 são: indústria e comércio de bebidas alcoólicas como cervejarias, vinícolas e produtores de licores; representantes comerciais; enfermeiros, dentistas, podólogos, clínicas de nutrição, bancos de leite, veterinários, fonoaudiólogos, psicólogos, entre outros serviços médicos; ONGs como casas de acolhimento e organizações religiosas que atuem com projetos dedicados ao trabalho social.

Novo prazo para dívidas

Os adeptos do Simples Nacional com dívidas vencidas até meados de 2016 poderão realizar o parcelamento dos débitos em até 120 vezes, desde que as parcelas tenham valor mínimo de R$ 300. Essa mudança pode ajudar boa parte das empresas endividadas a regularizarem sua situação com o governo brasileiro.

Novidade: Investidor anjo

O novo regulamento permite a presença de investidores anjo como forma de incentiva as ideias inovadoras e investimento para maior capacidade de produção. Os investidores poderão investir capital em micro e pequenas empresas e ter acesso à parte dos lucros obtidos por elas, mediante a um contrato devidamente registrado.

Além de fundos de investimentos, tanto pessoas físicas como pessoas jurídicas podem ser investidores anjo, sem necessidade de participar ativamente das empresas e nem responder por possíveis dívidas, com o adendo de ainda poder adquirir uma parte da empresa no futuro.

Na regra antiga era complicado contar com um investidor anjo em pequenas empresas e microempreendedores, já que esse tipo de investidor preferia apostar em empresas maiores, por conta do retorno e da legislação mais vantajosa.

O governo acredita que a possibilidade de investidores anjo aportarem capital em pequenos negócios pode criar mais renda para muitos empreendedores e alavancar negócios que podem ser bastante produtivos. Por isso, a criação das condições facilitam a vinda e participação de investidores anjo nesse mercado.

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