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São tantas as palavras técnicas e jargões que envolvem o mundo das finanças, que às vezes, fica até difícil entender e diferenciar todos. Um exemplo disso é o lucro presumido e lucro real. Você sabe o que é cada um? Você sabe as diferenças entre eles? Pois bem, pode parecer complicado, mas não é.

Inclusive, trouxemos esse conteúdo para te explicar sobre isso e tirar todas as suas dúvidas. Lembrando que quando se trata de finanças, é muito importante buscar informações e tentar entender o máximo possível, seja para gerenciar os seus negócios da melhor forma, ou para não cair em nenhuma armadilha.

Se informar a respeito de como tratar as finanças da sua empresa da melhor forma, é o melhor caminho para obter sucesso.

Mas afinal, o que é lucro?

Em resumo, pode-se entender como lucro, todo retorno positivo que obtemos através do investimento que fizemos em algo. No caso da sua empresa, considera-se lucro tudo o dinheiro que a sua empresa faturou, subtraindo deste valor as despesas geradas pelo funcionamento da sua empresa, como por exemplo, os gastos com matéria-prima ou mão de obra, com tributos, devoluções de produtos, concessão de descontos, etc.

O valor total obtido com as vendas de produtos e serviços da sua empresa após os abatimentos dessas despesas, é o lucro que você teve dentro de determinado período. No entanto, dentro do conceito de lucro há ainda outras variações, que abrangem uma parte mais detalhada de finanças, para que você possa ser uma visão mais específica de cada detalhe do andamento financeiro do seu empreendimento.

Entenda as diferenças entre lucro presumido e lucro real

Para entender bem a diferença entre lucro presumido e lucro real, é preciso primeiro entender o que significa cada um deles:

Lucro Real

O modelo de tributação lucro real é um regime tributário criado para algumas empresas que se enquadram em determinadas, e para tais, ele é obrigatório. Nesse regime a tributação é calculada sobre o lucro líquido do período de apuração, considerando tanto valores a adicionar quanto valores a descontar, conforme as compensações permitidas pela lei.

O lucro real nesse caso, é verificado após identificar o lucro líquido de cada ano ou período de levantamento, conforme determina a legislação. Ou seja, para levantamento do lucro real a empresa terá que saber qual foi exatamente o seu lucro auferido, para que então possa realizar a base de cálculo dos tributos de  IRPJ e de CSLL.

Assim, os encargos diminuirão ou aumentarão de acordo com a apuração. Se forem identificados prejuízos durante o ano, a empresa fica dispensada do pagamento dos tributos. Além disso, a tributação no modelo lucro real não é cumulativa para o PIS e o COFINS.

Embora a alíquota dessas contribuições seja superior ao lucro presumido (é de 9,25% sobre o faturamento), há a possibilidade de haver o desconto de alguns créditos com base em alguns fatores, como por exemplo, o montante da depreciação dos ativos, consumo de energia elétrica, etc.

Vale lembrar ainda, que no lucro real, a empresa é obrigada a apresentar para a Receita Federal alguns registros específicos do seu sistema contábil e financeiro, cujos comprovem a escolha de tal regime de tributação. Por isso, é preciso ter cuidado ao escolher esse regime.

Lucro Presumido

Lucro presumido é interessante por se tratar de uma fórmula de tributação simplificada, cuja determina a base de cálculo do imposto de renda de pessoa jurídica, e também da CSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido). No entanto, esse regime de tributação só pode ser adotado por empresas que não estiverem dentro das condições que as obrigam a adotar o regime de lucro real, no ano em questão.

Nesse regime de tributação é a atividade da sua empresa que determina a margem de lucro específica, conforme apuração do IRPJ e da CSLL, cujos tem uma base de cálculo prefixada pela legislação. As margens presumidas são basicamente, de 8% para as atividades de comércio e de 32% para prestações de serviços.

Vale lembrar, porém, que no regime de tributação de lucro presumido as arrecadações do PIS e do COFINS devem ser cumulativas. Ou seja: os pagamentos de alíquota de 3,65% sobre o faturamento não geram abatimentos de crédito.

É preciso analisar bem as condições do seu negócio antes de escolher o tipo de tributação que irá utilizar.

Sabendo do que se trata cada tipo de lucro e quais as diferenças entre lucro real e lucro presumido, fica mais fácil determinar qual tipo de tributação é o mais adequado para a sua empresa. Por isso, analise com cuidado e peça a ajuda de um contador se for o caso.

Pois, com a Receita Federal é preciso fazer tudo direitinho, evitando assim, possíveis problemas futuros. Mas e você que regime de tributação utiliza no seu empreendimento? O Simples Nacional é a melhor opção para você? Deixe aqui os seus comentários, dicas e sugestões!

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