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O capital de giro de uma empresa é algo essencial. Mas nem sempre é fácil obtê-lo. Afinal, o orçamento de um negócio pode apertar rapidamente, por uma queda na produção, nas vendas e vários outros fatores. Assim, é interessante poder contar com alternativas como o factoring!

Imagine precisar de dinheiro para pagar os funcionários de sua empresa. No entanto, todas as compras mais recentes dos seus produtos foram feitas à prazo. Ou seja, seus clientes vão pagá-las em prestações. Logo, ao fim do mês você pode não ter valores líquidos que sejam suficientes para quitar seu débito trabalhista.

A solução poderia ser um empréstimo. Correr ao banco e solicitar alguns valores para lidar com o dia a dia do negócio. O processo, no entanto, pode ser burocrático e trabalhoso. Além disso, é bastante comum que as financeiras neguem valores, por uma série de motivos.

Se optar pelo factoring, porém, você terá dinheiro em mãos, e de forma mais fácil. Continue acompanhando e descubra o que é a opção.

Como funciona o factoring?

Quando faz uma venda à prazo, o comerciante obtém crédito. Não o dinheiro líquido, mas a “promessa” de recebê-lo. O que o factoring faz é exatamente vender esse crédito.

A alternativa não pode ser feita por pessoas físicas, nem por bancos. A atividade, aliás, não é considerada uma operação financeira, mas sim comercial. Assim, o empreendedor precisa procurar outra empresa. Com ela, irá negociar seus títulos de crédito, ou seja, os valores que vai receber no futuro. Essa é a empresa cedente.

Caso se interesse pelo negócio, a empresa que realiza o processo vai se propor a comprar os títulos. Isso significa que ela recebe a “promessa” de valores que serão quitados. Em troca, o comerciante que busca o empréstimo recebe dinheiro líquido. Geralmente, o montante corresponde a 80% do valor real do crédito.

Em seguida, a empresa cessionária ganha a posse dos títulos. Assim, quando os valores forem quitados pelos consumidores, ela terá o direito de recebê-los. Os montantes vão corresponder ao total de todos os títulos. No caso citado, então, a cessionária obtém 20% de lucro.

A atividade fica estabelecida por meio de um contrato entre as empresas. No acordo, são estabelecidas todas as regras de cessão e recebimento de valores.

Quando usar a alternativa?

O factoring, de qualquer forma, deve ser bem analisado. Também chamada de fomento mercantil, a opção acaba por tirar do comerciante parte do que ele receberia. Afinal, apenas uma porcentagem do seu título é paga pela outra empresa.

Assim, a alternativa só deve ser utilizada caso haja real necessidade de valores líquidos imediatos. Para Capital de Giro da empresa ou pagamento de débitos necessários ao continuação do trabalho. A transação é igualmente interessante quando o objetivo é a expansão da empresa, já que essa expansão poderá melhorar os valores líquidos mais rapidamente.

Não utilize o fomento mercantil, no entanto, se a reorganização das finanças der jeito na necessidade de montantes. Aliás, nunca realize qualquer tipo de empréstimo antes de realizar avaliação detalhada do livro caixa. Isso vai garantir que você realmente precisa do dinheiro.

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