A depreciação de veículos é uma das principais preocupações de quem compra um carro, pois ela está sintonizada com a desvalorização, podendo impactar negativamente uma possível troca. Dessa maneira, saber calculá-la é o primeiro passo para fazer um bom negócio, como com os seminovos Karvi

Cálculo da depreciação do carro  

A principal dica para você fechar um bom negócio na compra de um seminovo é optar por carros que tenham menos de cinco anos. Verifique o valor na tabela Fipe e faça o seguinte cálculo. 

Divida o preço do automóvel 0 km por 5. Esse valor será a perda anual. Depois, divida o resultado por 12, encontrando a depreciação mensal. Isso vale para carros novos. Já os seminovos, é preciso verificar vários itens e a manutenção do mesmo. No entanto, geralmente a perda após a saída da concessionária gira em torno de 20%, porcentagem válida para todos os modelos, podendo ser maior no caso dos importados. 

É importante informar que os veículos populares têm menores índices de depreciação. Já as caminhonetes e SUVs se desvalorizam mais rapidamente, mas o processo de desvalorização conta com inúmeros fatores, que devem ser analisados pelos motoristas no momento da troca de um automóvel. 

O que analisar antes de trocar de carro? 

Como já citamos, a depreciação de um veículo não acontece apenas em razão da saída de uma concessionária. Existem muitas outras causas de desvalorização. Confira:

Tempo de fabricação 

O ano do modelo do carro é fundamental para observar a depreciação. Assim, quanto mais velho for, maior é a desvalorização. Portanto, na hora de escolher um seminovo, é importante você ficar atento a esse detalhe. 

Analise o ano de fabricação e se o modelo ainda é produzido, aspecto que ajuda em uma futura venda sem perder muito valor. Geralmente, um veículo com dois anos de uso pode ter uma diferença de até 15% no preço, enquanto os de cinco anos, 10%. Já os mais velhos ficam entre 5% a 6%.  

Mas essa variação leva em conta fatores além do ano de fabricação, sobretudo nos automóveis com cinco anos ou mais, como estado de conservação e presença de peças originais. 

Quilômetros rodados

Quando uma pessoa está pesquisando um carro seminovo para comprar, um dos primeiros questionamentos é justamente a quilometragem. Isso porque a quantidade de quilômetros rodados é um indicador de depreciação, pois há uma utilidade mais intensa das peças, dos pneus e do motor, seguindo a dinâmica: quanto mais tempo de uso, maiores os desgastes. 

Portanto, ao observar um carro com mais de  60 mil km rodados, vale a pena acender o sinal amarelo, pois as peças podem estar mais desgastadas, aspecto que pode influenciar em futuros gastos com revisões.  

Histórico de colisões

A depreciação de um carro também é analisada pelo histórico. Assim, veículos que sofreram acidentes e tiveram a lataria e chassi danificados, geralmente perdem valor de mercado. 

Por isso, é importante fazer uma vistoria técnica para atestar a qualidade do usado que você pretende adquirir, principalmente se tiver mais de cinco anos. Afinal, entre os automóveis considerados seminovos, os com menos de três anos de circulação frequentemente têm uma depreciação menor. Há alguns indícios que demonstram se o veículo sofreu problemas, tais como: 

  • fechamento incorreto das portas; 
  • desalinhamento; 
  • tons de pintura desiguais; 
  • para-choques, capô ou porta-malas defeituosos. 

Verifique ainda se o carro esteve envolvido em enchentes ou alagamentos. Entre os vestígios, podemos citar a presença de terra embaixo dos carpetes ou um cheiro incomum. A depreciação também acontece com carros desatualizados no que diz respeito à tecnologia. Isso significa que é preciso estar sempre atento para fechar um negócio que seja vantajoso para ambas as partes.

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